A QUIMIOTERAPIA DO FLUÓR
O tratamento com o químico "flúor" e derivados do consumo.
O flúor é um mineral extraído da natureza, presente na crosta terrestre e alguns anos venho tentando erradicar o uso dele presente em produtos odontológicos e na água, como eu disse, é uma atitude ousada substituir o uso das pastas padrão convencional para um produto em que a cobertura é reduzida, porém, serve de alternativa para pessoas que desejam por algum motivo, alergia ou religião, adotar práticas sem o uso deste produto em alta de consumo presente nos mercados.
Em 1939, H.V. Churchill, químico chefe da Aluminium Company of America (Alcoa), teria feito um estudo em ratos que mostrou que a água com flúor diminui a incidência de cáries.
Essa "calcificação pinel" tratada em comentários por aí está associada à redução da produção de melatonina, o que pode afetar a qualidade do sono e da vigília, ligados á distúrbios como insônia e doenças neurodegenerativas. Além disso, estudos sugerem que a disfunção da glândula pineal pode estar ligada a condições como depressão, esquizofrenia e até mesmo câncer.
Controvérsias sobre o flúor
Pesquisas sugerem que o tratamento da cárie com fluoreto em excesso pode ser perigoso, muito antes dos debates acirrados sobre cigarro, DDT, amianto, ou o buraco na camada de ozônio, a única controvérsia relacionada à saúde de que a maioria dos americanos tinha ouvido falar era a da fluoretação da água. Nos anos 50, centenas de comunidades espalhadas pelos Estados Unidos se envolveram em calorosas discussões sobre se os fluoretos – compostos iônicos que contêm o elemento flúor – deveriam ou não ser adicionados aos sistemas de abastecimento de água. De um lado estava uma grande coalizão formada por cientistas do governo e das indústrias, que argumentavam que a adição de fluoreto à água potável protegeria os dentes contra as cáries. Do outro, ativistas para quem os riscos da fluoretação haviam sido estudados inadequadamente e a prática equivaleria à medicação compulsória – e, portanto, a uma violação das liberdades civis.
Os defensores dos fluoretos venceram a contenda, em parte ridicularizando seus oponentes, como a John Birch Society¸ associação direitista para a qual a fluoretação seria um plano comunista para envenenar os americanos. Hoje, cerca de 60% da população dos Estados Unidos bebe água fluoretada, incluindo os habitantes de 46 das 50 maiores cidades do país. A prática da fluoretação foi adotada também no Canadá, Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia e mais outros países. Os críticos geralmente são repudiados pelos pesquisadores e agências de saúde pública desses países como pessoas enfadonhas ou fanáticas. Em outras nações, entretanto, a fluoretação da água é rara e controversa. Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos consideram a fluoretação da água como uma das dez maiores realizações da saúde do século 20, juntamente com as vacinas e o planejamento familiar. Entretanto, a postura científica atual em relação à fluoretação pode estar mudando justamente no país onde a prática começou. Um comitê do Conselho Nacional de Pesquisa publicou relatório de legitimação a algumas das antigas colocações feitas pelos opositores da fluoretação. O relatório concluiu que o atual limite de fluoreto na água potável, indicado pela EPA de 4 mg por litro deveria ser diminuído por causa dos altos riscos. Nas crianças, a exposição constante ao fluoreto a 4 mg/L pode descolorir e desfigurar os dentes permanentes. Nos adultos, pode aumentar o risco de fraturas ósseas e, possivelmente, de fluorose esqueletal moderada, doença que provoca enrijecimento das articulações. A maior parte da água potável fluoretada contém muito menos fluoreto que o limite indicado pela EPA, mas a situação é inquietante, pois ainda há muita incerteza sobre a quantidade adicional de flúor que ingerimos por meio da alimentação, bebidas e produtos de higiene bucal. Além disso, o conselho criado pelo NRC observou que o fluoreto pode também desencadear problemas de saúde mais sérios, câncer ósseo e danos ao cérebro e à tireoide. Embora esses efeitos ainda não estejam provados, o NRC argumenta que precisam ser mais bem estudados.
LETÍCIA TEELA RE-EDIÇÃO
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