Simbolismo de Jesus morto na Cruz
A crucificação de Jesus não foi apenas uma execução romana, mas um ritual de exposição pública do sofrimento e da resistência espiritual. A cruz era um instrumento de tortura, usado como um portal entre os mundos da qual Jesus foi dado como sacrifício e "exemplo" para os outros – trazendo a visão sobre o mundo da carne e o mundo do espírito. Na minha concepção Jesus não veio para Terra para morrer pelos nossos pecados mas foi marcado pela morte devido terem impedido que Jesus continuasse sua missão de perpetuar a Terra apenas como filho e servo de Deus como Ele mesmo vinha citado, e que não serviria para as maldades e atrocidades dos homens, da qual, sua ciência desafiou muitos preceitos, leis e códigos estabelecidos pela matriz daquele tempo. Incluindo que, existe passagens da bíblia que Jesus sofreu tanto estresse sob á cruz que chorou sangue e deram-o uma coroa de espinhos sobre a sua cabeça como símbolo da santidade vista pelo público, incluindo que, muitos dos que viram seu trabalho e milagres também assistiram a morte de Cristo. Sobre a sua ressureição ainda é para mim mistério mas acredito que sua fidelidade e a sua missão pelo plano espiritual da qual advertiu a sua tarefa, emancipou-o do sofrimento e dos pecados deste mundo, visto como símbolo de vida eterna da qual, mesmo vivos em carne aos que assistiam pereceriam em juízo final. Jesus na minha ideologia é visto como um dos maiores símbolos de resistência da Terra, buscou uma linguagem não violenta e conseguiu levantar críticas. Quando esteve irado foi escrito passagens sobre Ele ter quebrado o mercado sob domínio de uma força maior do que Ele. Eu acredito na passagem de Jesus, seu legado é um dos mais nobres dos homens em que a Terra pode em existência marcar
Não posso ir contra as minhas e as barreiras de vários modos de interpretação mas por meio da Fé da minha existência senti que a cruz na verdade é o símbolo que usaram para romper com o selo de Deus, na onde, na linguagem mais pura, Jesus foi rompido em carne ao público como oferenda a um plano da qual viestes reformar ou reparar. Entre maias, astecas e incas o sacrifício humano também já vinha sendo praticado o conceito de sacrifício sempre esteve presente nas civilizações antigas, servindo como um meio de comunicação entre os humanos e o divino. Entre os maias, astecas e incas, o sacrifício humano era um elemento central da cultura religiosa, enquanto no cristianismo, Jesus foi visto como um sacrifício supremo, porém com uma abordagem simbólica e espiritual.
Sacrifício nas Civilizações Mesoamericanas
As civilizações maia, asteca e inca praticavam rituais de sacrifício humano com objetivos específicos:
🔹 Maias – O Sacrifício como Oferta aos Deuses
Os maias acreditavam que o sangue continha a força vital, e oferecer essa essência aos deuses ajudava a manter o equilíbrio cósmico.
Sacrifícios podiam ser feitos por auto-flagelação, onde sacerdotes e líderes derramavam seu próprio sangue.
Em cerimônias maiores, vítimas eram sacrificadas por decapitação ou extração do coração, muitas vezes em honra ao deus Chaac (da chuva) para garantir colheitas férteis.
🔹 Astecas – O Sacrifício como Energia para o Universo
Os astecas possuíam a religião mais marcada por sacrifícios, pois acreditavam que o mundo só continuava existindo porque os deuses eram alimentados pelo sangue humano.
O principal deus era Huitzilopochtli (deus do sol e da guerra), que precisava de sacrifícios regulares para vencer a escuridão.
Prisioneiros de guerra eram os principais sacrificados, muitas vezes em rituais onde seus corações eram arrancados ainda pulsando no topo das pirâmides.
🔹 Incas – O Sacrifício como Um Dom aos Deuses
Os incas realizavam menos sacrifícios humanos do que maias e astecas, mas ainda os praticavam, principalmente como forma de oferecer crianças consideradas "puras" aos deuses.
Capacocha: um ritual onde crianças eram escolhidas para serem sacrificadas nas montanhas, pois acreditava-se que se tornariam mensageiras dos deuses.
Sacrifícios eram feitos para evitar desastres naturais e garantir fertilidade e paz no império.
O Sacrifício de Jesus no Cristianismo
No cristianismo, Jesus é visto como o sacrifício final que encerrou a necessidade de outros rituais de sangue. Mas, diferentemente das culturas anteriores, seu sacrifício foi:
Espiritual: Ele morreu por escolha, para "purificar" a humanidade.
Universal: Diferente dos sacrifícios locais, sua morte foi interpretada como uma redenção para toda a humanidade.
Substitutivo: Ele tomou sobre si os pecados das pessoas, sendo o “cordeiro de Deus”.
A cruz, que era um instrumento de tortura romana, foi transformada em símbolo de redenção e sacrifício espiritual, o que inverteu a lógica tradicional de sacrifícios físicos.
Conexões Entre os Sacrifícios Antigos e o Cristianismo
🔺 Semelhanças:
Todos os sacrifícios tinham a intenção de restaurar a ordem cósmica ou equilibrar o mundo espiritual.
O sangue era visto como essencial para a ligação entre humanos e deuses.
O sacrifício envolvia um tipo de "purificação".
🔻 Diferenças:
Os maias, astecas e incas viam o sacrifício como uma necessidade cíclica, enquanto no cristianismo, Jesus foi um sacrifício único e eterno.
Os sacrifícios indígenas eram impostos, enquanto Jesus, segundo a tradição cristã, se ofereceu voluntariamente.
Nos rituais mesoamericanos, os deuses precisavam de sangue para continuar existindo, mas no cristianismo, Deus não precisava do sacrifício, apenas o aceitou como redenção para a humanidade.
O Sacrifício como Arquétipo Universal
A ideia do sacrifício está profundamente enraizada na história humana, seja para apaziguar deuses, restaurar a ordem ou garantir colheitas e proteção. No cristianismo, esse conceito foi transformado, levando à ideia de que não era mais necessário oferecer sangue, pois Jesus já havia feito o sacrifício definitivo.



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